#19 A minha experiência com… Fome de Fogo, de Erik Axl Sund

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Quando em Março deste ano iniciei esta trilogia, fui movida pela curiosidade suscitada pelas opiniões de vários bloggers e booktubers, mas, no fundo, parti sem grandes expectativas de vir a gostar verdadeiramente desta série. Não só porque o género não é dos meus habituais, mas porque estes livros são pautados por uma tónica constantemente dura, pesada e brutalmente verosímil. No entanto, se “A rapariga-corvo” foi uma leitura inicialmente desmotivante, este 2º volume agarrou-me logo de início, com o estilo único que a dupla Erik Axl Sund consolida e aperfeiçoa. “Fome de Fogo” segue, numa intensidade dramática que cresce até um final surpreendente e desconcertante, e que nos faz querer avançar de imediato para o volume final.

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#18 A minha experiência com… As mulherzinhas, de Louisa May Alcott

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Hoje venho falar-vos de uma releitura. Trata-se do clássico infanto-juvenil de Louisa May Alcott, “As Mulherzinhas”, e que foi também a vossa escolha no último TBR Jar Challenge. Este é um livro que acompanhou a minha infância e início da minha adolescência, sendo uma das minhas leituras mais antigas. Recentemente eu vi a adaptação cinematográfica de 1994, com Winona Ryder no papel de Jo March e Christian Bale no papel de Laurie, e foi essa experiência que me despertou curiosidade em reler a obra literária, agora na idade adulta. Ao contrário do passado, li estas 150 páginas em pouco mais de três horas, e vou contar-vos tudo de seguida.

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#17 A minha experiência com… A morte de Ivan Ilicht, de Lev Tolstói

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Hoje venho falar-vos de mais uma das minhas estreias literárias. Uma estreia que me surpreendeu bastante, pela positiva. Uma estreia que se deveu, essencialmente, à partilha de opiniões e sugestões entre bloggers e youtubers. Trata-se de uma das obras-primas de Lev Tolstói, mas não uma das mais conhecidas. De facto, e como sou fascinada pelos clássicos, tenho a ambição de um dia ler grandes clássicos russos, como “Anna Karenina” e o épico “Guerra e Paz” do mesmo autor. Mas acabei por experimentar este primeiro, um livro de menos de 100 páginas, que prende logo nos primeiros capítulos, e prossegue numa intensidade crescente até ao final esperado, mas tocante.

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