#25 A minha experiência com… O Espião Português, de Nuno Nepomuceno

Olá a todos, e sejam bem-vindos ao Blog d’A Toca do Nunca!

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Hoje venho falar-vos de um dos livros mais populares no panorama atual da literatura nacional, que é o 1º volume da Trilogia Freelancer, de Nuno Nepomuceno: “O Espião Português”. Este livro tem vindo a conquistar fãs um pouco por toda a blogosfera e o booktube, e eu não pude ficar indiferente. Com o 3º volume já nas bancas, e por incentivo da Roberta, do Blogue Flames (que, aliás, me emprestou o livro – Obrigada!) acabei por decidir experimentar. Apesar de as histórias de espionagem não serem o meu género predilecto, este livro esconde muito mais do que parece…

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#24 A minha experiência com… Orgulho e Preconceito, de Jane Austen

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Olá a todos! Estou de volta com mais uma prometida opinião literária. Venho falar-vos da minha releitura de Orgulho e Preconceito, um dos clássicos mais conceituados de Jane Austen e a vossa escolha no último TBR Jar Challenge. E será com muito gosto que venho partilhar esta experiência convosco, uma vez que a vossa sugestão foi de novo ao encontro dos meus gostos… De facto, estava na altura certa para regressar a esta obra, que há sete anos atrás pouca consideração me suscitou. Agora, ganhou um lugar no meu coração.

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#22 A minha experiência com… Só o tempo dirá, de Jeffrey Archer

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Olá a todos! Hoje trago-vos mais uma das minhas leituras de Agosto. Uma que, apesar da pouca informação que tinha quando parti para ela, não desapontou. Venho falar-vos do 1º volume da saga familiar The Clifton Chronicles, intitulado Só o tempo dirá (Only time will tell) de Jeffrey Archer. Best-seller internacional e autor de 16 romances, bem como de contos, peças de teatro e obras de não-ficção (Os diários da prisão), foi só no início deste ano que conheci este autor, através da sua mais recente publicação. Na verdade, este foi um dos lançamentos da primeira metade do ano que mais curiosidade me despertou (ver aqui). Talvez pelo misto de História, drama e romance, mantive este livro “debaixo de olho” até o poder comprar. E mantive-me pouco informada e sem grandes expectativas para a leitura da mesma. A experiência… revelo-vos agora.

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#21 A minha experiência com… O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

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Olá a todos! Estou de volta à Toca do Nunca e, antes de mais, é tempo de “arrumar” algumas leituras atrasadas. Por isso, começo por vos falar da minha experiência com O Retrato de Dorian Gray que, caso não se recordem, foi a vossa escolha no último TBR (há cerca de 2 meses atrás). Eu li esta obra durante o mês de Agosto, mas espero que, apesar da demora, estejam interessados em saber como foi este meu primeiro contacto com a obra de Oscar Wilde. A minha edição foi-me oferecida pela minha amiga Sara, no meu aniversário (em Maio), mas antes eu tinha visto uma opinião da Joca, do little house of books (ver aqui) que me deixara absolutamente fascinada. Portanto, não iria esperar muito até desvendar os mistérios de Dorian Gray…

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#19 A minha experiência com… Fome de Fogo, de Erik Axl Sund

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Quando em Março deste ano iniciei esta trilogia, fui movida pela curiosidade suscitada pelas opiniões de vários bloggers e booktubers, mas, no fundo, parti sem grandes expectativas de vir a gostar verdadeiramente desta série. Não só porque o género não é dos meus habituais, mas porque estes livros são pautados por uma tónica constantemente dura, pesada e brutalmente verosímil. No entanto, se “A rapariga-corvo” foi uma leitura inicialmente desmotivante, este 2º volume agarrou-me logo de início, com o estilo único que a dupla Erik Axl Sund consolida e aperfeiçoa. “Fome de Fogo” segue, numa intensidade dramática que cresce até um final surpreendente e desconcertante, e que nos faz querer avançar de imediato para o volume final.

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#17 A minha experiência com… A morte de Ivan Ilicht, de Lev Tolstói

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Hoje venho falar-vos de mais uma das minhas estreias literárias. Uma estreia que me surpreendeu bastante, pela positiva. Uma estreia que se deveu, essencialmente, à partilha de opiniões e sugestões entre bloggers e youtubers. Trata-se de uma das obras-primas de Lev Tolstói, mas não uma das mais conhecidas. De facto, e como sou fascinada pelos clássicos, tenho a ambição de um dia ler grandes clássicos russos, como “Anna Karenina” e o épico “Guerra e Paz” do mesmo autor. Mas acabei por experimentar este primeiro, um livro de menos de 100 páginas, que prende logo nos primeiros capítulos, e prossegue numa intensidade crescente até ao final esperado, mas tocante.

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#15 A minha experiência com… Jane Eyre, de Charlotte Bronte

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Finalmente venho partilhar convosco a minha leitura deste clássico da literatura inglesa, após quase dois meses. Esta foi a vossa sugestão do último TBR Jar Challenge, recordam-se? Eu tinha adivinhado que ia demorar um pouco mais, e entretanto li outros livros pelo meio, mas foi uma leitura regular e deliciosa. Já as últimas 100 páginas li a um ritmo mais acelerado, à medida que se aproximava o clímax e a teia dramática se desenvencilhou… tornando esta obra-prima num dos meus clássicos preferidos de sempre.

Jane Eyre é uma autobiografia ficcionada de uma jovem órfã que, depois de uma infância e uma adolescência de sacrifício e solidão, se torna preceptora numa propriedade inglesa chamada Thornfield Hall. Lá conhece Mr. Rochester, o proprietário, e lentamente, quase de forma inconsciente, se apaixona por este. Jane vê-se correspondida nos seus sentimentos, e está prestes a casar-se, mas um terrível segredo vem ameaçar a sua felicidade. Em 38 capítulos, divididos em três volumes, acompanhamos a evolução desta mulher de espírito livre e inquebrável, que luta de forma independente por um destino melhor do que a sua sorte, mantendo-se fiel aos seus princípios e valores. E, de forma subtil e requintada, é-nos retratada a sociedade da época, sendo o ambiente impregnado por toda a atmosfera victoriana.

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#5 Introspecções | “Se me restasse uma hora para viver…” Finalmente, viveria!

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Hoje venho falar-vos de um pequeno livro intitulado “Se me restasse uma hora para viver”, de Roger-Pol Droit. O livro não conta com mais de 68 páginas e é como que um exercício de reflexão. De facto, o autor coloca-se na situação hipotética de lhe restar uma hora para viver, caminhando, ao longo desses 60 minutos, em direção aos factos incontornáveis da nossa existência. Como filósofo, discute e contrapõe até algumas das suposições básicas desta disciplina, à medida que vai contornando um conceito mais claro do que representa a vida humana. Com uma escrita única e singela, e sem qualquer tipo de pretensiosismo, Roger-Pol Droit reduz a vida à sua essência.

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#12 A minha experiência com… A família Sogliano, de Sveva Casati Modignani

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Olá a todos, e bem-vindos a mais um texto da rúbrica “A minha experiência com…”. Que tem estado paradinha, é verdade, pois este mês de Abril foi difícil para as leituras. No início do mês li o 2º livro do TBR Jar Challenge, Sete minutos depois da meia-noite, que se tornou dos meus livros preferidos. Simultaneamente, deixou-me numa grande “ressaca literária”, o que, a par de outras tantas tarefas, fez com que estivesse vários dias sem conseguir pegar num livro. Finalmente me resolvi a experimentar este, que já estava na minha estante há um mês, e também por ser mais leve (visto que este mês não houve disposição para leituras mais complexas). Sveva Casati Modignani é também uma das escritoras que me propus a conhecer este ano, já que é considerada a “signora do best-seller italiano”. E este seu “A família Sogliano” é um dos mais recentes lançamentos em Portugal. Mas afinal, como foi esta leitura? É só continuarem a ler…

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