Vacilo. Por entre medos e vergonha, Histórias naturais, Situações banais, Mas hesito. Tenho todas as possibilidades, Todas possíveis realidades. Porém, só nas terríveis, Eu acredito.
Mas persisto, Vacilante. Um nuvem desesperante Me absorve. Não me demove. Tacteia por entre esperanças sólidas. Aparentemente... De repente, Uma vontade insinua-se. O medo persiste, Mas já não me consome. Tenho fome, De encontrar, de novo, Um lugar De segurança. Tremo, Mas não desisto. E já nem há razão Para isto! Vacilante... É agora uma possibilidade, Não uma constante.
Autoria: Raquel Pereira
E já não tínhamos novo poema há algum tempo. Por isso, espero que gostem, e partilhem comigo o que vos suscitou este poema 🙂
Beijinhos e até ao próximo post!
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